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- ... -
Postado por
Alessandra Garcia
on 16 de nov. de 2014
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amor próprio,
Desistência,
Eu sou assim,
Intensa,
momento,
mudança
/
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- Variáveis -
Postado por
Alessandra Garcia
on 9 de nov. de 2014
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amor próprio,
ausência,
bondade; Canso,
caos,
ciclos,
Desistência,
esquecer;,
importância,
inteiros,
Utopia,
valores
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Poderíamos ficar nesse vai-e-volta interminável, na nossa equação perfeita
cheia de variáveis tão constantes quanto as nossas discussões fora da cama,
na química violenta ora ácida, ora básica, que acontece naturalmente;
e tão naturalmente, depois do fim, descobrimos o quanto estamos nos machucando
apostando tão alto em um jogo com tão poucas chances.
Você tem suas prioridades, suas regras e exceções, seu jeitinho inato
de cafajeste que combina perfeitamente com esse seu quase imperceptível desleixo com a vida
– que acaba sendo um tanto quanto atraente – e eu, depois desse tempo convivendo
com o melhor e o pior de nós dois, acabei ficando com você,
minhas expectativas e um desejo profundo de quero mais
misturado com resignação e, quem sabe, um pouco de luto
por saber que você não vai mudar,
e não quer fazer um esforço de jeito nenhum.
Ainda sonho meus sonhos, aqueles bem clichês mesmo,
mas não consigo enxergar você sonhando comigo.
Não tenho pique nem ânimo para disputar você com o mundo,
ainda mais quando eu mesma me sinto minha maior inimiga.
Se você não tivesse estragado tudo tantas vezes
eu não estaria agora pensando em fazer o mesmo...
Mas estou...
- Entre Todas as Coisas - Despedida Torta - Adaptado -
- Tá Feio -
Postado por
Alessandra Garcia
on 4 de nov. de 2014
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Amor e Respeito,
atenção,
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Laços,
maturidade,
Sentimento,
valores
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Eu sinceramente só queria que o mundo
e as pessoas parassem e refletissem,
que do jeito que está, tá feio. Que essa M... de jogo
não vai dar em nada, que nosso peito já calejado
não dá mais conta de se decepcionar.
Queria que as pessoas lembrassem o quanto é bom
mandar mensagem tarde da noite ou cedo da manhã,
receber ligações inesperadas, chocolates de surpresa
no meio do dia e um bilhete embaixo do travesseiro
antes de dormir. Sinceramente, torço para que se está
todo mundo jogando, eu tropece na vida com alguém
que não entenda nada de jogo, muito menos de tecnologia
e todos esses apps irritantes que nos oferecem
uns aos outros como produtos e que a gente possa
se conhecer como antigamente, marcar um cinema
dois dias depois, sentir ansiedade, frio na barriga e tudo mais.
E quem sabe construir o nosso próprio jogo,
onde os dois ganhem, onde seremos vencedores
do nosso próprio sentimento.
Eu só queria isso...
Mas, tá dificil.
- Alyryo Machado Freire -
- Não Espera -
Postado por
Alessandra Garcia
on 18 de out. de 2014
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Desejos,
falta amor,
importância,
mãos dadas,
pensamento,
poesia,
reciprocidade,
tempo,
ter alguém,
valorizar
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Não espera ela ir embora pra dizer que ela é especial.
Conta que você gosta do jeito que ela passa os dedos no seu cabelo
quando está distraída, e quando brinca sozinha achando que você está dormindo.
Confessa que você pouco se importa com os deuses do Olimpo e seus superpoderes,
mas fica paralisado toda vez que ela assume aquele ar autoritário pra falar.
Deixa esse medo bobo e conta logo que você quer apresentá-la à sua vida.
Avisa que ela vai adorar conhecer seu cachorro,
e ter que folhear álbuns de fotografia com sua mãe
e forçar uma simpatia com outras pessoas do seu círculo.
Não espera ela ir embora pra dizer o quanto ela é importante.
Diz que você fica encantado mesmo quando ela está com o cabelo preso
e um blusão de propaganda, soltando algum palavrão enquanto checa o celular.
E – acredite – ela faz questão de cuidar de inúmeros minúsculos detalhes,
mesmo sabendo que dificilmente você irá percebê-los.
Ela nem vai reparar nos olhares de cobiça dos outros rapazes ao sair de casa.
É que quando ela está de mãos dadas com o que sente, todo o resto perde o interesse
Basta um olhar um pouco demorado pra qualquer um adivinhar que ela é sua.
Não espera ela ir para enxergar também. Não espera ela ir embora para perceber
que ela precisa de cuidados. É que essa máscara de mulher de ferro
é apenas um esconderijo bem forjado para guardar um coração bobo de menina.
E ela vai se apaixonar novamente toda vez que
receber uma mensagem inesperada,
uma surpresa sem rastos, um beijo sem aviso.
Ela vai lembrar de todas as coisas bonitas que já ouviu,
mas também não vai esquecer daquilo que magoou.
Aprende a respirar fundo e lapidar as palavras antes de dizê-las.
Mesmo nos desentendimentos, você não vai querer arrancar-lhe
uma lágrima por conta dessa insensibilidade.
Porque quando isso acontecer, ela vai achar que você é
mais um igual a todos os outros.
Não deixa ela ir embora, porque ela é dessas que
quando decide partir, não olha para trás.
Não vai adiantar mandar flores ou mensagens,
fazer promessas ou loucuras, falar sobre amor e mudanças.
Ela sabe que não é fácil, mas já conhece o caminho de cor.
Não deixa ela ir embora para conhecer o vazio que a vida fica sem ela.
Você sabe que lá fora há muitas outras bem parecidas.
Algumas até mais atraentes, talvez.
Mas sabe também que nenhuma outra pele tem o toque dela,
e é em seus lábios que você sente o sabor doce de estar em casa.
Você bem sabe que poderia esquecer tudo isso por uma noite
e se aventurar nos braços de outra qualquer. Seria bom, com certeza.
Mas no outro dia você não iria despertar com
súplicas infantis de quem acordou muito cedo
e está entediada esperando você abrir os olhos,
para iniciar as brincadeiras tolas por debaixo do cobertor
que fazem o dia começar com as gargalhadas mais altas.
Não haveria vontade de ficar abraçado durante o resto do dia.
Nem de criar um laço que nunca desatasse em despedida.
Então, não espera ela ir embora pra finalmente dizer que quer vê-la ficar.
E que acha sexy vê-la andando pela casa vestida
apenas com uma camisa maior do que ela,
mesmo sabendo que ela não liga em ser sexy o tempo todo.
De todos os livros que ela já leu, pergunta se em algum lugar deles
já contaram a história de que esse personagem chamado amor
costuma aparecer tão poucas vezes nas tramas da vida.
E faz ela ler em teus olhos que amor não deixa ir embora.
Amor abraça e sempre pede um pouco mais,
porque conhece a diferença que cabe em cada minuto.
Amor faz valer a pena todo risco e resto.
Amor cuida e cede. Amor pede. Amor fica.
- Sâmia Louise (Adaptado) -
- Ainda é Você -
Postado por
Alessandra Garcia
on 21 de set. de 2014
Moço, tenho mil e uma razões para desapegar,
bater a porta e não ligar.
E tenho só um motivo que me faz esquecer tudo isso
e deixa-lo a vontade para hora do café:
Eu me importo com você.
Ainda existe carinho, ainda existe vontade adormecida
de segurar sua mão e quem sabe me encontrar
dentro de um abraço seu.
Ainda existe verdades que assombram o tanto que
deveria ter dito e por covardia não disse.
Eu quis fazer bonito para o amor próprio,
para o juízo, para a razão.
Silenciei um milhão de coisas, fiquei engasgada
e me afastei dia após dia do desejo de ficar perto,
de sentir o coração saltar pela boca na vontade
que eu sempre tive de você aqui.
Eu sei, talvez fosse carência, confusão do coração.
Quem entende?!
Mas a verdade é que...
ainda é você!
- A Paz do meu silêncio -
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Alessandra Garcia
on 19 de set. de 2014
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A gente passa muito tempo da vida, dando chances.
Passa uma fase tentando responder e entender as pisadas de bola dos outros.
Releva, reata, gargalha pra quebrar o gelo.
Um dia pula isso tudo e vai logo pro sorrisinho sem graça, já sabendo o final.
Um dia a gente cansa... Eu já tive crises.
Achei que era uma fase rancorosa, depois pensei ser amarga,
voltei pro rancorosa, e cheguei a conclusão que aprendi a me poupar.
Eu já mantive perto pra não quebrar protocolos.
Já deixei de ir pra não causar transtornos.
Já acreditei em promessas, e em “senta aqui, dessa vez vai!”.
Já atendi telefonemas do passado, já deixei voltar quem pediu perdão.
Chega uma fase em que preferimos o sossego de um café e um livro,
a dividir a mesa cheia de remorso e mágoa.
Hoje prefiro a paz do meu silêncio, prefiro não culpar,
não cobrar, não lamentar o que não depende de mim ser mudado.
Quando a gente aprende a importância de se poupar de desgastes,
a gente entende que ir embora não é sinal de ódio, que a distância traz liberdade.
É do que a gente precisa pra continuar nosso processo de paz,
pra continuar amando, pra não destruir o que sobrou,
pra nos poupar de nós mesmos, pra não se acomodar em sofrer,
pra não se culpar mais.
(Desconheço o autor)
- Sem Delongas....Viva Carpinejar! -
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Alessandra Garcia
on 17 de ago. de 2014
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Fabrício Carpinejar;
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